Preview: XCOM

Publicado: 17/05/2010 por Estêvão em Games, Prévia
Tags:, , , , , , , , ,

Vamos ao review do demo de XCOM, originalmente publicado na Official X-Box Magazine.

Já aviso que é um tanto longo. Peço desculpa pelas erros de digitação(meus) e inconsistências nos tempos verbais  (da matéria original, mas fiquei com preguiça de corrigir).

Até a publicação desse post, o site PC Gamer publicou suas primeiras experiências com o demo exclusivo de XCOM, com resultados quase idênticos (exceto que eles se saíram ligeiramente melhor).

Algo que este primeiro review que se segue, esqueceu de mencionar, foi a mudança de período do jogo, que agora se passa nos anos 50 e não mais em 1999. Uma mudança curiosa, que as más línguas atribuem ao sucesso de Bioshock e seu visual retrô.

Da minha parte, qualquer inovação em um remake é bem vinda. Ao menos os estúdios estão tentando ser criativos e criar algo semi-decente e não usar seu tempo e recursos para criar uma ode fanboy paga pau com o selo “Quase como o jogo original. PS. Nós te amamos (insira nome de franquia cult aqui)!”.

Estou falando de você Tales of Monkey Island.

– A história começa numa base secreta subterrânea da Força Aérea Americana em algum lugar dos EUA. Esta é a sua casa e o centro das operações da sua equipe.

-em uma sala, o especialista técnico Malcom Quinn- O Q para seu James Bond- está ocupado criando novas bugigangas sem eu laboratório

-na sala de estrategia é hora de reunir as as informações que você reuniu até agora e decidir seu próximo passo. Qual pista seguir? Algo bizarro esta ocorrendo e não é desse mundo. Carter, seu personagem está a procura de evidencias de atividades extraterrestres.

-Examinando o mapa americano na parede, podemos escolher como destino Wichita, Kansas; Bangor, Maine; ou Flagstaff, Arizona. 2K promete que cada missão vai oferecer uma ampla variedade de escolhas e decisões para onde ir. E como o jogo se passa em tempo (quase) real, escolher uma missão pode fazer você perder as outras.

-Isso deve diversificar a experiencia de campanha, dando a você e seus amigos histórias bem diferentes para compartilhar de suas experiências de jogo. No nosso jogo nós fomos ao Estado do Grand Canyon para verificar relatos de “pragas de insetos”.

-Em todas as missões você terá a companhia de agentes do FBI. Em Flagstaff por exemplo, os Agentes Frank e Jonas acompanham você. Apesar da 2K afirmar que a presença destes agentes faz parte de uma faceta estratégica que remete ao X-Com original, não vimos qualquer opção de controlar as ações destes parceiros. Mas lembrem-se que o jogo ainda está em um estágio inicial de desenvolvimento

-2k também não deu nenhum detalhe sobre seus amigos, como a possibilidade de avanço de níveis ou se eles serão simplesmente substituídos por outros agentes genéricos na próxima missão, casos eles sejam mortos.

-Desembarcamos de nosso lancha perto de uma área residencial. Enquanto adentramos na região, nos damos conta que as ruas estão completamente vazias. É quase pôr-do-sol claro – o entardecer do Arizona magnificamente recriado pela Engine de Unreal 3, a mesma usada em Bioshock- Mas não tarde o bastante que justifique a completa ausência da presença humana

-Enquanto abrimos o mapa do jogo para analisar nosso próximo passo, o pessoal da 2K aproveita a chance para nos lembrar que podemos abandonar a missão quando bem entendermos

-As áreas das fases são imensas, mas se você quiser dar uma rápida espiada, achar um pedaço de evidência e voltar são e salvo para casa você pode. Mas estará perdendo oportunidades“

-Na pacata vizinhança de Flagstaff, Carter e sua turma se deparam com uma casa de dois andares, que de acordo com a caixa de correio na frente, é a residência dos Sweeter. Claramente algo está errado. Uma trilha cinzenta de algo viscoso leva da frente da casa ao quintal dos fundos .

-As coisas parecem tranquilas no quintal, com a exceção de sons inquietantes emanado da casa, e a trilha de resíduo subindo pela parede da casa até o telhado. Um cortador de grama ainda está ligado, suas lâminas prontas para fatiar qualquer um que chegue perto o bastante. Aqui nós tivemos acesso a uma das primeiras maravilhas tecnológicas de XCOM.

-Dr. Goldeberg realmente se superou; na mão esquerda de Carter está uma placa de Petri contendo o que parece ser uma amostra viva do resíduo viscoso e preto que nos levou ao quintal dos Sweeter. Plugado no vidro há conectores ligados a uma bússola.

-Ao nos aproximarmos da trilha, a gosma dentro da placa começa a vibrar freneticamente. Como a gosma quer se recombinar consigo mesma, ela acaba nos guiando até a fonte da trilha gosmenta.

-Nos movemos através do quintal dos fundos na direção oposta. A massa negra começa a reagir ainda mais violentamente. Num dia comum estaríamos apreciando a vista do vale adiante, como um cidadão estava fazendo. Mas ele agora está morto, coberto de resíduo negro ao lado de sua máquina fotográfica . Ironicamente é agora nossa vez de fotografá-lo para documentar o incidente para os Drs. Goldberg e Quinn e cia poderem analisar.

-A bússola da gosma está mais frenética do que nunca e com a trilha de horror só piorando é óbvio que estamos nos aproximando de algo. Rumando para a lateral da casa nós finalmente avistamos uma grande pilha d gosma negra. Rapidmente trocando da bússola para uma escopeta carregada, Carte e os outros dois agentes mandam bala na susbtância extraterrestre amorfa que grita e é reduzida a partes menores mas ainda muito vivas que imediatamente começam a se recompor. Uma boa dieta de chumbo parece ser capaz apenas de diminuir seu progresso mas não de destruí-la completamente.

-Nosso jogador leva a mão ao bolso para de lá tirar outra bugiganga criado pelo Dr. Goldberg: o Blobatov (uma granada com gosma que pega fogo quando estilhaçada). A aparência é inusitada; uma esfera de vidro com uma substância alienígena e botões e fios que se assemelha aos aparatos tecnológicos fantasiados nos anos 50. Ainda assim ele se mostra bastante efetivo quando é arremessado contra as gomas. A esfera se quebra e toda a massa gelatinosa do inimigo evapora num flash súbito de fogo e gritos inumanos.

– Uma gosma fora de cena, mas ainda precisamos encontrar o Elerium antes de escaparmos de Flaggstaff. O sentimento de terror vai aumentando enquanto nos movemos pela casa . Seguindo a trilha chegamos ao andar de cima nos deparando com uma mãe e um bebê mutilados. Mas nada de Elerium

-Ao descer as escadas um grupo de 3 gosmas nos emboscam na sala de estar. Um deles se gruda em Frank, ele tenta se devencilhar mas no fim da luta encontramos seu corpo debaixo de uma mesa quebrada. Carter e Jones terminam o resto do serviço com Blobatovs e escopetas, mas não antes de serem levados à beira da morte. Ainda em busca de Elerium, decidimos sair da casa; quando um vórtice surge nos céus e um monolito titânico surge

-Com Jones ao nosso lado nós corremos na direção oposta, nossa vida está baixa, munição no fim e um raio da morte alienígena gigante na nossa retaguarda…mas ainda temos opções. Nos poderíamos abandonar a missão com nossas vida intactas. No entanto, retornar de mãos abanando depois disso tudo seria um desperdício. Entramos em mais um quintal para despistar o monolito e numa varando avistamos algo inusitado – Elerium

-Parecendo uma relíquia maia criada por Frank Loyd Wright,o elemento está quase em nossas mãos, exceto pelo escudo de gosma o protegendo Mandamos ver no escudo com nossas escopetas, relutantes em arriscar explodir o Elerium com um Blobatov. Três gosmas deixam o Elerium e nos atacam. Depois de mais uma seção de holocausto por Blobatov, finalmente coletamos aquilo que viemos buscar. Mas onde está Jones? Ele está morto ou vivo?Ainda não completamente à salvo o monolito surge acima da casa como um sol matinal, pronto para retornar ao ponto onde paramos. Chegamos tão perto da morte que podemos sentir arrepios na espinha.

– Aonde XCOM nos levará a seguir? Matanças bizarras de animais foram confirmadas em Bangor, Maine e nós não conseguimos verificar antes de partir para o Arizona. Se o caso ainda estiver aberto nós temos uma investigação a realizar

-Por mais intenso que tenha sido, o incidente em Flagstaff é apenas um das missões aleatórias de XCOM’s, Orman disse que cada missão que você realizar será jogada diferentemente

Outras curiosidades;

-Quando perguntada sobre a possibilidade de modo multiplayer, 2k Austrália foi evasiva. Colocamos as probabildades em 50%.

-Designer chefe Ed Orman nos conta que a equipe fez o dever de casa. “Nos acumulamos várias horas no jogo original”, ele nos conta com uma risada

-Obviamente você terá à sua disposição mais do que escopetas e Blobatovs. Espere uma variedade balanceada de items humanos e bugigangas alienígenas

-Você se divertiu tirando fotos de inimigos em Bioshock 2? 2k Austrália acha quem sim; no jogo é um dos principais meios de coleta de evidencias. Tire fotos de fenômenos misteriosos – não importa quão macabros – e você vai reunindo material de pesquisa que Quinn poderá então usar para construir novas armas e tecnologias baseadas em tecnologia alienígena.

Estêvão

G: Mas Thief: Deadly Shadows, também procurou inovar o estilo de jogo, oferecendo maior liberdade ao jogador,  aproximando o o jogo a um estilo mais sandbox e você sempre que pode nos lembra como o original era muito melhor.

AQUELES HEREGES VIOLENTARAM A SÉRIE!!!

Anúncios
comentários
  1. Gustavo disse:

    Hahahahah! XD
    Gostei muito da narrativa, só podemos esperar que o gameplay não ponha tudo a perder!

Deixar um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s